terça-feira, 15 de novembro de 2011

Call the morgue.

Sabe aqueles dias em que a gente acorda, vai escovar os dentes e não tem mais pasta ? Depois vai tomar café, e acaba derramando tudo na blusa branca que tinha sido comprada no dia anterior ? E pra piorar, entra no carro e tem aquele engarrafamento quilometrico. Nós chamamos isso de dias ruins, pensamos que nada pode ser pior do que aquilo, mas a verdade é que os verdadeiros dias ruins, não são nada comparados com o café derramado e a falta de pasta de dente, e quando os verdadeiros dias ruins chegam, nós imploramos para o engarrafamento voltar. 
A verdade é, nos dias ruins, pessoas morrem, tragedias acontecem, e a gente se afoga em mar de sentimentos que jamais serão esquecidos.
Quando nós somos médicos, e temos vidas pra salvar, e bisturis nas nossas mãos, nos sentimos deuses. Nós temos o poder de fazer o que nenhum outro ser humano faz: Manter pessoas vivas, mesmo quando o destino queira o contrario.
Dentro da sala de cirurgia, com o bisturi na mão, nos sentimos Deus. Ninguem pode nos dizer o que fazer, porque ninguem tem esse direito. Nós controlamos o destino de todas as pessoas que deitam nas nossas macas, e por isso eu decidi me tornar cirurgiã. Para me sentir como Deus, sentir o meu ego inflar como um balão, controlar a vida, e o destino das pessoas.
O único problema, é que eu controlaria o destino dos outros, mas o meu ainda seria um mistério, é aí que entram os dias ruins. 
Nenhum de nós sabe quando ele vão aparecer, eles vem sem aviso e devastam nossas vidas. Se nós soubessemos que eles seriam tão ruins, será que estariamos mais preparados ? Será que poderiamos mudar o que aconteceria ? Será ? 
Tantas perguntas para um destino tão insólito. 
Quando a gente tem 15 anos, a vida parece bonita, e o futuro bastante promissor .. 

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Such a baby.

Eu devia ter os sete ou oito anos quando eu fui no festival do Jurassic Park que tava tendo no shopping. Era no estacionamento do shopping, tava cheio cheio de outras crianças, e dinossauros robos gigantes. Eu tava tão feliz que a minha mãe não conseguia me controlar. Eu me lembro de ter um labirinto, ele era escuro, e tava cheio de dinossauros. Eu insisti muito pra ir, e a minha mãe acabou deixando. 
Tava escuro, e tinham os dinossauros, e o que eu pensei que ia ser divertido, acabou sendo um tormento. Eu não conseguia enxergar um palmo a minha frente, os dinossauros pulavam em cima de mim, e várias crianças correndo e esbarrando em mim. Eu me desesperei, sentei na penumbra escura e comecei a chorar; chorei até sentir a mão de alguém no meu ombro, me puxando e me botando no colo, me tirando daquele pesadelo. Naquele momento, eu e minha mãe percebemos que eu sempre ia ser frágil, que eu sempre que eu me visse em alguma situação complicada, eu ia me sentir perdida, sentar e chorar no escuro.
Verdade seja dita, vinte e um anos, e eu ainda não sei tomar decisões sozinha, não sei me comportar em situações desagradaveis, e eu sempre vou me sentir como uma criança perdida.


...




O que parecia ser um sonho de adolescente, acabou virando um pesadelo; do qual eu busco incessantemente acordar, mas não acho nenhuma saída. Então agora eu tô sentada no chão de um quarto escuro, chorando.
Ás vezes eu acho que eu nunca vou acordar, que tudo vai ficar sempre do jeito que tá, de cabeça pra baixo.
Eu rezo todos os dias pra que tudo volte ao seu lugar, mas ninguem me escuta ..


Eu continuo afundando, me afogando, e ninguem escuta ..

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Eating me alive.

É incrivel, toda vez que eu passo por dificuldades, sejam fisicas ou emocionais me vem a lembrança a minha infância e parte da adolescencia.
Um tempo onde as coisas pareciam ser bem mais fáceis, sem preucupações. Um tempo onde cinco reais, era uma fortuna.Quando eu me sinto triste, eu gosto de lembrar de como eu era feliz. Não que a minha infância tenha sido das melhores, afinal ser criada por empregadas e só ver os pais depois das nove da noite não é uma situação muito boa. Mas a verdade é, que pelos meus pais terem sido ausentes na minha fase de crescimento, eles tentaram suprir essa ausencia fazendo todos os meus caprichos. Eu gosto de falar que eu não fui mimada, mas sim muito amada.
Mas voltando a infância, e me sentia feliz por não obrigações, não ter horários, e muito menos afazeres. Bons tempos onde o meu único problema era tirar oito em matemática.
Eu fui uma criança muito levada, sempre dei prejuízos por depredar o prédio em que morava. Já ateei fogo ao apartamento vizinho, quebrei o forro do prédio inumeras vezes, e sem falar nas incontaveis lampadas destruidas que o meu pai sempre tinha que repor. Era de praxe meu pai chegar em casa, e ter um recado da sindica querendo falar com ele urgente. Eu lembro de toda vez que o papai chegava do apartamento da sindica, ele sempre tava vermelho de raiva, e parecia que ia cuspir fogo a qualquer momento, e por mais incrivel e petulante que isso possa parecer, eu ria. Eu ria de como ele conseguia ficar tão vermelho, achava engraçado ficar imaginando o papai se transformando num dragão e cuspindo fogo, mas ele, no auge da sua plenitude, achava o fim da picada as minhas risadas. Ele brigava comigo, eu ia pro meu quarto batendo as portas e os pés. Quando eu acordava no outro dia, sempre inha alguma coisa em cima de minha escrivaninha, um bilhete pedindo desculpas, e mais tarde o motorista me entregava uma barbie. 
O meu mundo da barbie, foi resultado dessas inumeras brigas.
Passando pra adolescencia. Infelizmente, aos treze anos eu me mudei daquele prédio. Fui pra bem longe, o antigo apartamento da minha avó. Sim, os primeiros anos alí foram um verdadeiro inferno. Eu odiava tudo e todos. Conclusão, ganhei um quarto com um computador, linha telefonica, e a tão sonhada TVA. Ganhei o tal 3320, e ainda por cima, era de conta. Isso tudo foi pra curar a minha tristeza. 
Mas derrepente, como num passe de mágica, a situação se inverteu. Eu conheci os tais dos vizinhos implicantes, e acabei gostando deles. A partir daí, a vida dos meus pais virou um inferno. E não dei mais sossego pra ninguem. ra festa atras de festa. Vestido pra cá, vestido pra lá. E foram contadas no dedo as vezes em que eu cheguei em casa sóbria. Esse ano passou, e  aos quatorze, eu continuei endiabrada. Foi nesse ano que eu dei o meu primeiro beijo, com o meu primeiro namorado. Que pra falar a verdade, foram dez meses muito felizes. Esse ano passou, e aos quinze eu tive a minha festa de quinze anos, e a minha primeira desilusão amorosa. Eu sofri, chorei, doeu muito. Era uma dor estranha, eu nunca tinha sentido antes. Parecia que tinham arrancado um braço meu; uma ferida aberta, que continuava sangrando, e nada do que eu fizesse estancava esse sangramento. Mas acho que naquela época eu sabia lidar melhor com essas emoções, sabia esconder melhor. Todos saberiam esconder se fossem procurar abrigo nos ombros dos meninos mais bonitos do colégio. Foram precisamente os seis meses mais melancólicos e ao mesmo tempo engraçados. Era engraçado chorar no ombro do E., M. e D., sendo que no final eu sabia que ia acabar beijando eles. Chorar por um, e beijar outro.
Nesse mesmo ano, foi o ano do meu triunfo escolar. Também com 3 professores particulares no meu pé. Foi ano em que os meus pais mais viajaram. E não pense que eu gostava disso.
Tá, eu gostava um pouco, por me sentir mais livre, mas odiava ficar só. Sempre odiei essa solidão.
Eu era feliz, muito feliz. Eu já fui feliz.
Esse foi o ultimo ano em que eu fui realemente feliz, depois os meus pais resolveram mudar de cidade, e eu nunca mais senti essa alegria. São só tristezas. 
É claro que já tiveram momentos de felicidade, mas hoje eu me sinto como se eu tivesse me afogando num mar gelado, tentando, inutilmente, nadar com todas as minhas forças, mas eu continuo afundando. Eu grito por ajuda, mas ninguem escuta, ninguem tá lá pra me ajudar. A cada dia que passa, eu sinto como se o mar ficasse mais frio, e eu já tô perdendo o folego. É como se eu lutasse pra me salvar, mas eu mesma não me importasse em ser salva. Eu nunca tinha passado por essa experiencia. No passado, eu passei por situações parecidas, mas eu já esperava. Hoje não, foi sem explicação, sem motivo e sem aviso prévio. Simplesmente veio do nada e começou do nada. E um vazio angustiante vai crescendo dentro de mim.
Aquele buraco que a muito tempo tinha se fechado e cicatrizado voltou a abrir, e agora ele aclama minha presença lá dentro. 
Tá doendo, tá doendo muito. E agora eu pergunto, o que eu faço ?
O se fazer com essa situação ? Sendo que desde o inicio sempre correu tudo tão bem, e agora o meu refugio tá desmoronando, e eu não sei se ele vai ser reconstruido.
O que fazer quando a gente se abre de novo, e de repente nos magoamos ? O que fazer quando uma pessoa que você ama te magoa de tal forma que você chega a não reconhece-la ? O que fazer ?
Sim, eu também já me senti sufocada, e sim, eu me pergunto todos os dias se ele é realmente a pessoa certa, agora mais do que nunca. Mas nunca expus isso pra ninguem, nunca o tratei de forma diferente, e nunca deixei de dar carinho ou atenção. 
O que fazer quando você se sente um brinquedo ? O que fazer quando você sente que ele mudou ? O que fazer quando te dizem que não é mais a mesma coisa ? 


...




Essas malditas perguntas andam martelando na minha cabeça, não me deixam dormir, e me causam crises de choro convulsivas, em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer situação. É como se realmente tivesse alguma parte do meu corpo em extrema dor e não tem rémedio que resolva. Essa é a única dor que amor de mãe não cura, não tem solução. Te faz perder o sono, perder a vontade de tudo.
O mais ridiculo, é eu já ter passado por isso, e não ter aprendido nada. 
Foi tão dificil me aproximar de alguém, falar 'eu te amo' de novo, mas eu acreditei. Acreditei que podia dar certo, que pelo menos dessa vez, depois de tanto sofrimento, eu podia ser feliz. Acreditei que o passado era passado, e que o futuro podia ser promissor.
Acho que é por isso que eu gosto de lembrar da minha infancia e adolescencia toda vez que passo por essa situações. É porque aos 15 anos, a vida parece fácil e o futuro bastante promissor. 
Agora, eu me sinto perdida, no meio do mar gelado, nadando, perdendo o folego, e ninguem me escuta. 
Eu continuo afundando, caindo, me afogando, e ninguem escuta ..

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Sweet Breath.

O hálito doce dele invadio minhas narinas, enquanto ele sussurrava em meus ouvidos, afogando meu cerébro com aquela oz macia. Eu deixei um suspiro escapar. Já era tarde demais, ele me tinha, e sabia disso.
Ele me teve, no momento em que ele me disse 'oi'.



( Sem muita inspiração hoje, o dia não foi lá essas coisas .. E tudo anda muito estranho, só não me pergunte o porquê, porque eu sou a única que não pode responder .. )

terça-feira, 24 de maio de 2011

Erotic Angel.

Hoje ao entrar no quarto
Libertei meus seios do sutiã e arrumei as pontas do lençol que sempre deixam as esquinas do colchão pra fora.
Depois induzi uma música ao propósito de sentir tua presença preenchendo o quarto. Tua voz ainda é fresca na minha lembrança e o teu tato previsível ao meu corpo.
Sendo assim, se tu estivesses aqui nesse momento, eu saberia exatamente o transcorrer das tuas mãos atraindo o meu corpo a preenchê-las.
Sei que olhares tu farias ao desvendar espaçoso da minha roupa cascatando pelo corpo .. E ainda mais, sei que a ponta do teu dedo plagiaría a minha boca ao toque de uma nuvem
É então que a magistralidade do nosso amor invoca seu "não instrumento" as delícias agonizantes de uma orquestra.
Uma cama e dois maestros. Os que sem instrumentos simplesmente são a própria música.
Tuas mãos tomariam o formato dos meus ombros e ainda levemente flutuando, meio tocando e não tocando, plumejaria minhas costas
E por uma fraqueza insolênte terminaria por apertar espreguiçando um pedaço de carne da bacia.
A maciez externa dos nossos corpos secos encontra então fervilhantes pingos que correm para fora dos poros buscando vida
e quando livres os pingos das sufocantes nuvens quentes que preenchem os entre-espaços interiores, se esticam desenhando percursos de gotas imitando as veias.

O teu amor respira,
inspira e expira.



segunda-feira, 23 de maio de 2011

Enjoy the little things.

Vamos mais uma vez falar do assunto preferido desse blog .. EU, e claro as minhas fantásticas descobertas !
Um dia, eu tava deitada na minha cama e pensei : ' por que não abrir as cortinas e as portas do quarto, e colocar a cama de baixo da janela ? ' e foi isso que eu fiz. Escancarei as cortinas, abri as portas e arredei a cama pra de baixo da janela e adivinhem o que eu descobri ? Que apesar de ser uma tarde extremamente calorenta, o céu tava lindo !
Eu fiquei horas olhando pro céu, vendo as nuvens se movimentarem e sentindo um vento quente no rosto .. E isso é aproveitar as coisas pequenas.
Por exemplo,á 5 anos, todo dia você faz o mesmo caminho pra casa e um belo dia, você nota que uma certa árvore que sempre esteve alí, é linda.
Outro dia mesmo, eu descobri o quanto é bom lavar louça. Não, eu não estou ficando louca.
Lavar a louça é uma arte divina. A gente vai lavando e pensando na vida, quando a louça tá toda lavada a gente já descobriu a solução de todos os nossos problemas.
Arrumar o nosso quarto, colocar tudo em ordem, separar as roupas, sinceramente, isso chega até a ser prazeroso !
Andar pela rua, numa tarde calma, e com vento no rosto, observando as arvores, pessoas, e objetos inanimados pelo caminho é a melhor coisa do mundo !
Passar uma tarde inteira comendo chocolate e vendo filmes, um domingo com sua mãe reclamando e rindo das besteiras que seu pai fala, um dia só brincando com os cachorros e rindo das gracinhas deles, falar com aquela prima que mora longe, tirar foto e comer brigadeiro com suas amigas, um final de semana com quem a gente gosta.
É disso que eu falo, aproveitar as pequenas coisas, certos momentos. Um dia você vai olhar pra tras e vai ver que não aproveitou eles o quanto eles deviam ser aproveitados. Você vai sentir um aperto, uma angustia agoniante, uma vontade de voltar pra aquele lugar naquela hora, e olhar mais de perto uma flor, dar um abraço naquela pessoa, ou falar o quanto ama sua mãe ou seu pai antes deles sairem pro trabalho.
Aproveite tudo que estiver ao seu alcance, porque o tempo não volta.
Quase esquecendo, sorrir tambem é bom, as vezes é o melhor remédio.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Dream on little kid.

Enfim, minha vida mudou ! E isso é muito bom.
Todos sabem que o tempo passa, o mundo gira e as pessoas mudam, e assim como todos eu mudei. 
Parei de lamentar o passado e comecei a viver o futuro; é aquela velha história do 'go with the flow', se deixar levar e esquecer o passado. Afinal, o que passou, passou, e se já não te magoa mais, é porque realmente passou.
Hoje em dia, eu leio os primeiros post e rio da minha estupidez. Infntilidade de achar que eu nunca mais seria a mesma, pensando bem eu tava certa. Eu nunca mais vou ser a mesma.
Nunca mais vu ser infantil a ponto de pensar que só existe uma pessoa no mundo pr amar, e nunca mais vou idealizar ninguem, vou sempre abrir os olhos pra enxergar a verdade. Aprendi a me amar primeiro antes de amar qulquer outro ser, mesmo que valha a pena ou não. Eu sempre estou em primeiro lugar.
A minha vida é muito mais importante, pra mim, pra minha familia e pros meus amigos. Entendi que eu preciso ter amigos, mesmo que sejam poucos, mas que sejam bons e me façam rir. Me entendam e se preocupem comigo. 
Aprendi, que dias ociosos são torturantes, e que eu preciso de compania para deixa-los mais atraentes. 
Familia sempre em primeiro lugar, mas ela pode causar crise de stress se for muito consultada.
Reaprendi a comer, tomar água e coca cola, muuuita coca cola com chocolate. Alias, um dos melhores prazeres da vida é comer, se empanturrar.
A verdade, é que a minha vida só depende de mim. Eu só sigo em frente se eu quizer. No meu nariz, quem manda sou eu, e eu estou seguindo em frente, buscando cada dia mais ser feliz, cuidando de mim e da minha vida.
Eu acredito que tudo na vida acontece com um propósito, e todos esses erros passados aconteceram justamente pra eu aprender a lidar com essas situações, ser forte e passar por cima disso e continuar vivendo, afinal, o mundo não para pra gente se reerguer .. ou para ? Claro que não !
Fomos criados pra aprender a nos virar sozinhos, tentar a sorte, se magoar de vez em quando, e depois voltar a viver normalmente.
A verdade é que todo mundo um dia vai te machucar, a gente só tem que escolher por quem valha a pena sofrer .. E faça-me o favor de escolher certo da proxima vez Nathália ?
Eu ainda to aprendendo a viver, a fazer escolhas, errando e tentando me organizar .. A vida continua, eu continuo. Eu estou bem melhor, voltei a ser eu, coisa que eu não fui nos ultimos dois anos, e eu me gosto assim. Quem tem que gostar de mim sou eu .. O resto, é só resto ..
O mundo continua girando, e a cada dia eu me sinto melhor .. É, acho que eu to no caminho certo !

sexta-feira, 25 de março de 2011

Speechless.

You've left me speechlees, so speechless. É assim que eu to me sentindo esses dias. Desde de a minha ultima postagem eu me sinto tão sem palavras .. Mas isso acaba não sendo uma coisa ruim.
Voltemos ao inicio, a minha primeira postagem; Nela eu falava que eu tinha feito o blog pra falar sobre os meus sentimentos, sejam eles, bons ou ruins, então, se eu não estou falando nada, ou estou sem palavras, é porque finalmente eu não sinto nada. Não sinto dor, tristeza, magoa, nada.
É como se tivesse um vazio dentro de mim, tudo tão oco.
É claro que eu ainda sinto o amor, mas pela minha familia e amigos, mas além disso, nada.
Eu ando fugindo de certas coisas, como o diabo foge da cruz. Ás vezes até me escondo, com medo de ser vista, mas nos intervalos das minhas fugas mirabolantes, eu me divirto. Me divirto muito, com os meu amigos. Eles me fazem rir como eu não ria a muito tempo.
Eles me fazem um bem muito grande. Graças á eles que eu não sinto mais nada.


Ah, hoje eu to tão sem criatividade, não consigo nem fazer um resumo decente da minha vida !

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Starting Over.

Mesmo que o hoje te dê um não, lembre-se que há um amanhã melhor, a certeza de que os nossos caminhos devemos traçar ao lado de quem nos ama; com amor, paz, confiança e felicidade, é a base para se recomeçar.
Um recomeço, pra pensar no que fazer agora, acreditando em si mesmo, na busca do que será prioridade daqui pra frente; PLANOS? Pra que os fizemos, já que o amanhã é mistério? A qualquer momento pode ser tempo, de revisar os conceitos e ações, e concluir, que tudo aquilo que você viveu marcou, porém não foi suficiente pra que continuasse.
As lembranças passadas ficam, tudo que vivemos era pra ser vivido , o destino é como um livro do qual nós somos os autores, ele não vêm pronto, antes de nascermos ele está em branco, ao nascermos introduzimos as primeiras passagens, um começo, com o tempo através das escolhas vamos escrevendo-o página por página, rabiscadas, rasgadas ou marcadas, onde encontramos obstáculos onde indicarão a melhor hora pra recomeçar, nos últimos dias de vida concluiremos, e no final deixamos nossas historias marcadas no coração daqueles, que sempre farão parte de nossa historia, onde quer que estejam.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e o mais importante, acreditar em você de novo.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional ...

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Arrogant like yeah.

ar.ro.gân.ci:a

Substantivo feminino.

1.
Orgulho excessivo; soberba.
2.
Insolência, atrevimento.

Pra muitas pessoas, ser chamado de arrogante é um insulto, mas pra mim é diferente. 
Na minha concepção, arrogância, é sublime, e se me chamam de arrogante, é como se eu me sentisse superior, recebendo um elogio.
Cá entre nós, ser arrogante é ser melhor que o resto, nos tornamos dignos de atenção, respeitos, porque ninguem quer se vitima da nossa arrogância maligna.
Prestem bem atenção, se algum dia lhe chamarem de arrogante, não se sinta mal, sinta-se apenas melhor, mais importante. Pois se você recebeu este elogio é porque mereceu; e ser arrogante é uma qualidade demora anos pra ser construida.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Can I get an amen for Stanford University ?

Malcolm Forbes conta que uma senhora, usando um vestido de algodão já desbotado, e seu marido trajando um velho terno feito à mão, desceram do trem em Boston, EUA, e se dirigiram timidamente ao escritório do presidente da Universidade Harvard. Eles vinham de Palo Alto, Califórnia e não haviam marcado entrevista.

A secretária, num relance, achou que aqueles dois com aparência de caipiras do interior, nada tinham a fazer em Harvard.
– Queremos falar com o presidente – disse o homem em voz baixa.
– Ele vai estar ocupado o dia todo – respondeu rispidamente a secretária.
– Nós vamos esperar.
A secretária os ignorou por horas a fio, esperando que o casal finalmente desistisse e fosse embora. Mas eles ficaram ali, e a secretária, um tanto frustrada, decidiu incomodar o presidente, embora detestasse fazer isso.
– Se o senhor falar com eles apenas por alguns minutos, talvez resolvam ir embora – disse ela.
O presidente suspirou com irritação, mas concordou. Alguém da sua importância não tinha tempo para atender gente desse tipo, mas ele detestava vestidos desbotados e ternos puídos em seu escritório.
Com o rosto fechado, ele foi até o casal.
– Tivemos um filho que estudou em Harvard durante um ano – disse a mulher. Ele amava Harvard e foi muito feliz aqui, mas, um ano atrás ele morreu num acidente e gostaríamos de erigir um monumento em honra a ele em algum lugar do campus.
– Minha senhora – disse rudemente o presidente – não podemos erigir uma estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu, se o fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério.
– Oh, não – respondeu rapidamente a senhora. Não queremos erigir uma estátua. Gostaríamos de doar um edifício à Harvard.
O presidente olhou para o vestido desbotado da mulher e para o velho terno do marido, e exclamou:
– Um edifício! Os senhores têm sequer uma pálida ideia de quanto custa um edifício? Temos mais de sete milhões e meio de dólares em prédios aqui em Harvard.
A senhora ficou em silêncio por um momento, e então disse ao marido:
– Se é só isso que custa para fundar uma universidade, por que não termos a nossa própria?
 O marido concordou.
O casal Leland Stanford levantou-se e saiu, deixando o presidente confuso.
Viajando de volta para Palo Alto, na Califórnia, eles estabeleceram ali a Universidade Stanford, em homenagem a seu filho, ex-aluno da Harvard.


A única instituição que se confunde com o Homem, é seu caráter!
Por isso não generalize, nem emita pareceres e conceitos precipitados sem conhecer toda a verdade. 


PS: sem criatividade e sem paciencia, recebi esse email e achei ótimo, uma boa lição. Leiam e se deliciem. 

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Mamma, you had me.

Quando você olha em volta, o que você vê ? Uma TV ? Um quarto vazio ? Uma casa solitária ? Bem, eu particularmente vejo a minha mãe.
Quando alguém lhe pergunta, quem é o seu stepe, em quem você pensa ? No seu namorado ou namorada ? Ou talvez em um marido. E eu, novamente penso na minha mãe.
Afinal, ela me abrigou por nove meses ! Me alimentou, me educou, se descabelou com as minhas crises e loucuras, e ainda assim tá aqui do meu lado. Ela é a única pessoa no mundo que eu posso gritar, ficar raiva, falar e fazer besteira, mas eu sei que no final do dia ela vai estar de braços abertos pra mim, mesmo qu seja pra brigar mais comigo ( isso acontece, até porque ela é mãe ).
Ela é única pessoa que vai ficar do seu lado quando o seu mundo desabar. Vai te ouvir, te aconselhar e vai te dizer exatamente o que fazer quando você se sentir perdida.´
Deixe-me explicar melhor, se imagine perdido em uma caverna escura, você já fez tudo que podia para achar o caminha de volta, e no auge do seu desepero você senta no chão e chora copiosamente, mas derrepente você sente algo encostando na sua perna, e milagrosamente é uma lanterna que vai te guiar no caminho de volta, até o final, e essa lanterna é a mãe.
Mães, verdadeiras santas, ou pelo menos a minha.
Claro que nós já tivemos as nossas brigas e milhões de desentendimentos, mas nós apagamos as coisas tristes e deixamos as felizes.
Elas tem o poder da cura instantanea, consertam joelhoes esfolados, braços quebrados, ombros deslocados e corações partidos. Elas nunca vão te abandonar, te deixar triste, ou te fazer sofrer, porque por mais que seja dificil de todos nós admitirmos, elas sempre estão certas, sempre, nunca duvide disso. 
Eu nunca tive a oportuninadade de dizer pra minha mãe, o quanto eu sinto muito por todas as minhas idiotices, e o quanto eu me autoflagelo por causa delas, nunca disse que ela me ensinou tudo o que ela podia da maneira mais brilhant que ela podia, eu que fui uma filha ruim, e o mais importante, é que apesar de tudo, ela é a melhor mãe do mundo, perfeita ao modo dela, e isso eu vou levar pro resto da minha vida.
Nem ao menos disse orbigado, por tudo que ela já fez por mim, e pela vida maravilhosa que ela me proporcionou, ou o quanto eu sou grata a ela por me segurar nos piores dias da minha vida.
E isso não acontece só comigo, acontece com qualquer pessoa. Nós esquecemos de dizer a quem amamos o quanto nós os amamos, e o quanto nós somos gratos por tê-los em nossas vidas. Ás vezes por comodismo, por esqucimento ou até mesmo vergonha, por nunca termos feito isso antes, esse é o meu caso.
Mas eu só queria esclarecer, que ela é mais do que importante pra mim. A pilastra que segura o meu dia-a-dia, a minha motivação pra fazer alguma coisa na minha vida, é pra ela deixar orgulhosa.
Mãe, nunca quero que tu esqueças o quanto tu és importante pra mim, pricipalmente quando a gente brigar e eu me afastar, e ficar sem falar nada por dias, são nesses dias que eu mais preciso de ti, e que tu lembres do meu carinho por ti.
Muito obrigada por ser a mãe que você é !

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

breaking me out.

Hoje acordei, olhei em volta e notei o quarto completamente cheio, cheio da ausência dele, e de mim mesma.
Depois de tudo, eu nunca mais fui quem eu era. E por isso, hoje eu me reservo no meu direito de ficar calada, amanha eu farei algum pronunciamento.
Hoje, eu não tenho inspiração pra nada, as palavras me fogem, e eu fiquei muda.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

trying to b cool.

E alí, com a fumaça quente lambendo o meu antebraço, eu me encontrei perdida em meus pensamentos.
Pensando no drama, que ainda ocupa o maior espaço dentro da minha cabeça, e quando a solidão me pega desprevenida eles voltam para reivindicar o lugar deles.
Eles se acham donos do meu cerebro, e vão entrando, me machucando, me corroendo e me fazendo sofrer cada vez mais.
Isso é bastante depressivo, mas o que eu posso fazer ? Eu ainda sofro, ainda dói, ainda tem um buraco aberto no meu peito.
Quando ele desapareceu, levou tudo junto com ele. É como se ele tivesse um grande buraco negro dentro de mim, e que vai me sugando pra dentro dele a cada dia que passa.
Isso pode ser simplismente uma confusão de hormônios, mas por enquanto eu ainda tento me levantar; me odiando cada dia mais por ele ainda estar ocupando meus pensamentos, me torturando cada vez mais por não conseguir expulsa-lo de lá.

GET OUT OF MY HEAD !

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Why should I care ?

Sabe aqueles dias que você acorda e não tem vontade de sair da cama ? Que quando abre os olhos sente vontade de desmaiar e passar o dia dormindo, pensando que ninguem iria sentir sua falta e assim pelo menos o dia passaria mais rápido, o que seria mais um dia ocioso e livre de pensamentos amargos.
Essa má vontade e esses pensamentos ruins , na verdade tem outro nome: Juntos eles se chamam TPM.
Ainda a pouco, pra melhorar o meu humor inconstante, eu assisti um filme chamado 'Razão do meu afeto', é de 1999, com a minha artista preferida Jennifer Aniston. Eu não sei quanto ao resto do humanidade, mas eu pelo menos, prefiro os filmes clássicos; inclusive, esse filme vai pra minha lista de 'Favorite movies'. É um filme sobre um gay, que tem um namorado e o namorado dele larga ele por um cara mais novo, e aí entra a Jennifer Aniston, ela se oferece pra dividir o apartamento com ele, pois ele morava com o ex, e com o término ele virou um 'homeless'. Jen tambem tem um namorado, mas ela simplesmente não se sente segura com ele,( que por sinal fala que a ama a cada intervalo de 10 minutos ) e no meio dessa grande tormenta Jen descobre que está grávida. Decidida, ela quer que o amigo gay seja o 'pai' de sua filha, e eles estão de comum acordo, mas o verdadeiro pai do bebe não está. Ela larga o namorado/pai do bebe, e fica morando somente com o amigo, mas ela acaba se apaixonando por ele, e com muitas lições de vida, e muitos choros estéricos ( meus e da própria Jennifer Aniston )  o filme vai se desenrolando.
Ele te ensina várias coisas muito boas, como o famoso 'go with the flow', ( criado pela nossa querida Madonna ) que significa seguir com o fluxo, é eu acho que esse é segredo. Sabe, relaxar e se deixar levar. Nesse quesito, eu tenho que admitir que Madonna desvendou o mistério da vida, ou pelo menos da minha.
Todos nós deveriamos nos deixar levar, e ver o que a vida nos reservou. As coisas boas e tambem as coisas ruins, pois essas são as mais importantes. São nos momentos ruins, aqueles que nos fazem chorar e gritas, que doem como uma facada no estomago, por mais que pareça um absurdo da maior magnitude, eles são os momentos mais importantes da nossa vida. São com eles que nós vemos que as pessoas são de verdade, e aprendemos que não podemos confiar em ninguem além de nós mesmo, e da nossa família; aprendemos que nós temos a obrigação de sermos fortes, por nós mesmos e pelas pessoas que nos amam e que temos que enfrentar enfrentar tudo de cabeça erguida, porque, o que eu vou escrever nesse momento pode até parecer piegas, mas é a verdade, depois de uma coisa muito ruim, sempre vem uma coisa muito boa. E nós temos que nos dar essa chace, de ser levada pelo fluxo, aproveitar e ver a vida com outros olhos, sair de casa, conhecer novas pessoas, lugares novos e o mais importante ser feliz ! Afinal, todos nós temos esse direito. Se algo acabou é porque não era pra ser, deixe o fluxo agir e tentar apagar a dor e o que restou, se aconteceu era porque era pra acontecer.
Viva o fluxo e seja feliz, porque eu estou tentando.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Save the drama for your momma !

Hoje eu podia falar sobre como minha vida é horrivel, e sobre tantas coisas ruins que me aconteceram, ou sobre como meu coração está quebrado em tantos pedaços, mas eu não quero despejar drama e lágrimas em cima de qualquer um que possa vir a ler isso um dia. Mas verdade seja dita, eu não sou como um carro que você pode consertar, eu sempre vou ser quebrada. Chega !
Essas informações eu guardo pra mim !
Ás eu vezes eu acho que eu tenho uma certa tendencia em me torturar, em me fazer de idiota. Essa seria a única explicação plausivel, para uma garota de 21 anos que ainda sonha em encontrar alguém especial.
Outra verdade seja dita, nenhum ser humano do sexo masculino, nunca ( e eu disse NUNCA ) vai ser bom o suficiente pra mim. Todos eles mentem, traem, fazem todas as coisas erradas do mundo, e depois choram que nem bebês pedindo perdão e dizendo que não sabem o que fizeram. Um conselho, que dirijo à você querida leitora, NUNCA confie neles ! Eles vão te seduzir, te fazer ama-los, e mima-los, e depois vão pisar em você e destruir o seu coração em PATÉTICOS pedacinhos. Eles vão rir quando você estiver chorando, não vão atender as suas ligações e desligar na sua. Nesse momento, o dicionário cerebral deles vai apagar o significado das palavras respeito e consideração e todo aquele tempo que vocês passaram juntos, morreu junto com o significado dessas palavras. Eles vão sentir prazer em te fazer sentir pior que um cachorro sarnento. Eles vão sentar em uma mesa de bar e vão rir da tua cara, enquanto te difama para os amigos dele, expondo os seus sentimentos e despindo as suas intimidades uma a uma, até tornar você em um monte de cinzas.
E nesse momento, você se sente uma burra, por ter dado todo o seu amor pra alguém que não queria nada além de nada. Se sente ludibriada, porque afinal aquele tempo de namoro, foram meses que ele roubou da sua vida. Aí sentada na sua cama, cansada de tanto chorar, você já rasgou todas as fotos, apagou todos os numeros dele do seu celular, e jogou fora todos os presentes que ele te deu, você começa a sentir um enjoô, um reboliço no estomago, uma agonia, então você corre pro banheiro e vomita, mas não é um vomito de problemas estomacais, é um vomito de nojo. Nojo de você mesma, por dia ter deixado ele te tocar, nojo dele, por ter te feito passar por tantas coisas ruins, nojo de tudo, das roupas, das fotos, da sua cama, do celular, e aí você vomita cada vez mais, porque percebe que tão cedo isso não vai passar, derrepente você se vê deitada no chão do banheiro, aos prantos, e com o cabelo respingado pela sua ultima refeição e pensa que isso é o pior que podia acontecer naquele dia, que amanha tudo vai melhorar e com o passar dos dias esse coquetel de raiva, nojo, dor e ressentimento vai aliviando até um dia ele ir embora de vez.
Doce ilusão, esses são sentimentos não interruptores de luz que você simplesmente pode apertar o 'off' e eles irão desligar, a única boa noticia é que realmente um dia eles vão aliviando e sumindo, mas por enquanto eles vão ser os seus melhores amigos e a única opção é conviver com o enjoô, o cabelo respingado de comida metade digerida, a raiva, ( que vai te fazer quebrar muitas coisas ), a vergonha de ter se entregado pra alguém tão podre, a dor, porque ninguem merece passar pelo que você passou, e o ressentimento. E quando isso tudo passar, você vai se sentir como um carro quebrado, só que você não tem conserto, você vai se sentir quebrada pra sempre.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Dirty little secrets.

Como o próprio titulo já diz, são segredos meus, que ninguem jamais desconfiou, e eu não me sinto mais tão desconfortavel em falar sobre eles. Eu cheguei em um ponto da minha vida em que eu acredito que a gente tem que se libertar de certas coisas, eu acredito que criando coragem de falar sobre eles pra alguém eu possa me libertar deles.
Eu nunca contei pra ninguem o porquê de eu sempre dormir com a televisão ligada e com o volume alto, razão seria porque eu não gosto de me sentir sozinha, e a tv ligada me deixa com a sensação de que eu não estou só.
Eu passo mais tempo em baixo da cama do que em cima dela, eu não sei porque cargas d'água eu me sinto segura de baixo da cama, como se lá fosse o meu mundo, e só existisse eu, o chão e a cama.
O meu filme favorito é E.T. porque foi o primeiro filme que eu assisti.
Eu morro de medo do Freddy Krueger, porque foi o primeiro filme de terror que eu assisti.
Eu tenho trauma de balanços de parquinhos, porque quando eu era criança o meu cabelo enrrolou na corrente e eu tive que cortar bem curtinho.
Eu sonho com 5 mil pares de sapatos.
E me arrependo amargamente ( e chego a chorar de tanta dor quando lembro ) de todas as coisas erradas que eu fiz, e de como eu magoei pessoas que amo tanto.
As unicas pessoas por quem eu morreria são meus pais, e não importa o que aconteça.
Eu sou super controladora e mimada, se as coisas não são do meu jeito então elas não são e pronto.
Eu sou cinica e arrogante, mas quando eu chego no meu quarto eu choro por mais ou menos 5 minutos e depois volto ao meu cinismo arrogante.
Eu sou muito fechada, e só falo da minha vida pra alguém quando eu me identifico de verdade com essa pessoa.
Eu sou frágil e sensivel, mas odeio demonstrar.
Quando eu gosto de alguém, eu trato essa pessoa muito bem, e quando eu não gosto eu trato essa pessoa muito mal, se eu não ignorar tal individuo.
Odeio quem fala errado, e eu corrijo, mesmo que eu não conheça muito bem a pessoa.
Odeio fazendas, e qualquer outro tipo de contato com natureza.
Tenho uma raiva profunda de quem me julga pelas besteiras que eu fiz.
Sinto pena de quem não tem ambição e opnião, e acaba sendo influenciado por qualquer pessoa.
Eu acho um absurdo que hoje em dia tão poucas pessoas sejam tão boas em inglês, afinal, é a lingua universal ;)
E pra finalizar, eu só tenho 2 amigos de verdade, eles são os únicos que sabem desses segredos, e se eu os considero meus amigs são porque eles me fazem bem, me dão bons conselhos, e porque eu sei escolher as pessoas que eu coloco na minha vida( pelo menos com os meus amigos ).

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Junk in the trunk.

Esse blog foi basicamente feito pra eu poder desabafar. Falar sobre as minhas angustias, tristezas, medos, magoas, desejos e sonhos, comentar sobre as minhas futilidades mais importantes, fazer citações de trechos de livros e filmes que eu julgo nescessários para humanidade, contar como foi meu dia, e até mesmo falar das minhas preferencias culinarias.
Eu estou entrando em uma nova fase da minha vida. Deletei orkut e facebook, porque resolvi preservar a minha privacidade, mas achei que um blog seria bom pra mim, pensei que falar sobre coisas aleatorias em um site aleatorio seria, digamos que ... Divertido.
Bom, eu sou uma pessoa com muitos problemas, alias eu considero a minha vida um grande problema. Sou muito impulsiva e dificil de lidar, acabo muitas vezes indo pelo caminho errado em função desses impulsos. Ás vezes eu acho que eu deveria fazer uma tomografia pra ver se tá tudo okay com o meu cerebro. Por outro lado, o meu coração anda aos frangalhos.
Como eu disse alí em cima, eu faria citações de livros e filmes, poisé, vou citar agora o filme ' O brilho de uma mente sem lembranças ' ( por sinal, um dos meu favoritos ), é sobre um casal que namora a bastante tempo, mas eles decidem terminar, e não me convem agora falar os motivos do término, o que importa é que o filme fala que eles terminam e cada um vai pro seu lado, e eles acabam achando um processo inovador, que apaga todas as lembranças de uma pessoa da sua mente, ou seja, a pessoa, e tudo o que vocês viveram, é apagado da mente ! E eu juro que eu daria todo o meu mundo por esse processo, seria um problema a menos na minha lista e um rehab relampago para o meu coração.
Falando em rehab, eu estou mais ou menos em uma. O tratamento é basicamente, 10 temporadas de friends, house, muitos filmes de comédia, toneladas de livros sobre os mais diversos temas, coca cola e chocolate. Mas sem dúvida nenhuma, o tratamento mais eficaz é Harry Potter, quando eu assisto ou leio, parece que saio desse mundo e me desloco literalmente pra Hogwarts, são distrações boas e efetivas, que me fazem esquecer completamente da minha inútil, e um lugar nojento.
Os meus sonhos são um pouco loucos. O mais importante de todos, e que um dia eu ei de realizar, é ir embora pra Nova York, afinal quem não quer ir pra Nova York ? Em Nova York onde os seus sonhos são feitos nos chãos de concreto, a cidade que nunca dorme, onde tudo é possivel, não há nada que você não possa fazer lá. As lojas, as ruas, os prédios, a Big Apple, um dia eu ainda irei circular por esses lugares e chamar de lar, doce lar. Eu sempre achei que não me encaixava na triste cidade em que moro, depois que eu aprendi a falar ingles fluente e conheci Nova York eu descobri porque eu não me encaixava aqui. Eu quero mais do que uma vida miserável em uma grande favela chamada Marabá. Eu quero viajar por tantos países que não se c pode contar nasminhas mãos, quero morar em um flat confortavel no Village, visitar o Central Park sempre que precisar de um lugar calmo no meio da agitação, quero me formar em uma universidade americana e ter um cachorro chamado Domenico Dolce, e mesmo com tudo isso, eu não acharia o bastante e iria querer mais, porque eu nunca estou satisfeita com nada.
E por hoje, eu acho que já e o bastante. Para um post inaugural, pra mim, parece o suficiente. Amanha posto mais coisas sobre a minha vida/problema, filmes, livros (que eu não falei hoje), futilidades e afins.
Jeibos.